
“Quem ganha a boca da noite, jamais esquece
de haver sido um dos assombros que a noite tem,
talvez seja um destes vultos que assustam ranchos,
quem sabe um morcego a mais em asas de poncho,
alados mas prisioneiros que o sol não vêem...”
Trecho de “Passo da noite”, de Sérgio Carvalho Pereira
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