segunda-feira, 14 de dezembro de 2009














“...Primeiro um rangido fraco,
depois, um grito prendido
e a intenção da adaga
tinha mostrado sentido...
E os quatro em seus silêncios
voltaram no mesmo tranco,
deixando junto à soleira
vermelho num lenço branco...”

Fragmento de “O silêncio das janelas do povoado”, de Gujo Teixeira

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