segunda-feira, 28 de dezembro de 2009














”... Já ramalhei muito laço
nas reculutas que fiz
e, hoje, o tempo me diz
do pouco que aprendi
campereando por aí,
sons de milongas nos dedos
nas estâncias e varzedos
da costa do Piray... “

Fragmento de “Entre as frestas do tempo”, de Eron Vaz Mattos

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